Swarm autorizada a operar rede de satélites

Depois de se ter dado a conhecer ao mundo com o lançamento não autorizado de quatro satélites, a Swarm obtém finalmente todas as licenças necessárias para poder avançar com a sua constelação de satélites destinada à transferência de dados.

Há dois anos, a Swarm ficou conhecida pelas piores razões, ao lançar quatro micro-satélites sem autorização. A “brincadeira” custou-lhe quase 1 milhão de dólares e direito a supervisão “atenta” por parte da FCC; mas agora parece pronta a entrar numa fase mais séria, e desta vez com todas as licenças necessárias.

O objectivo da Swarm é criar uma constelação de 150 satélites para permitir comunicação de dados e dispositivos IoT (como tracking de embarcações e veículos, sensores de monitorização remotos, etc.) que eventualmente poderá ser expandida até aos 600 satélites.

Neste momento a Swarm já conta com estações no solo nos EUA, Reino Unido, Antárctica, Nova Zelândia e nos Açores, com trinta estações adicionais previstas para estarem a postos até ao final do Verão. É pelo menos um sinal bem claro de que desta vez tudo parece estar a postos para um início com o pé direito que faça esquecer o comportamento que teve em 2018 – e de preferência com um desfecho diferente do da OneWeb.

Publicado originalmente no AadM

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