Porsche Taycan mais potente e com maior autonomia

A Porsche está a actualizar o Taycan, que fica mais potente, com maior autonomia, e estreia o Apple Car+ para maior integração.

Tendo apresentado o Macan eléctrico, a Porsche aproveitou também a oportunidade para actualizar o Taycan e torná-lo mais apelativo.

O novo Taycan “2025” vem com motores mais potentes, nalguns modelos com botão “power boost” que pode elevar a potência até aos 952 cv durante dez segundos. Mas mesmo os modelos base terão benefícios a todos os níveis, tanto a nível de desempenho, como autonomia (até 634 km), e em velocidade de carregamento. Por exemplo, sua bateria Performance Battery Plus passa de 93 kWh para 105 kWh e pode ser carregada de 10% a 80% em menos de 20 minutos a 320 kW em postos de 800 V DC. A suspensão adaptativa passa a ser de série em todos os modelos, e também foram feitas melhorias na bomba de calor para a climatização do habitáculo mais eficiente.

Há ligeiras alterações estéticas para refrescar o aspecto do Taycan, incluindo uma nova cor “Turbonite” nos modelos Turbo (o que continua a ser um anacronismo nesta era eléctrica), assim como reforço do equipamento de série, incluindo iluminação interior, enquanto no exterior se pode optar por um logotipo Porsche iluminado na traseira.

Ainda no interior, teremos também a estreia do sistema CarPlay+ da Apple, que permite maior integração com os sistemas do carro.

Quanto aos preços, começam nos 107 mil euros para o Taycan no seu modelo base, e vão até aos 222 mil euros para o Taycan Turbo S Cross Turismo. Preços que, como é habitual na Porsche, podem facilmente ir para valores significativamente superiores conforme as opções escolhidas (cor personalizada +23 mil euros; espelhos laterais em carbono +1.500 euros; tejadilho panorâmico com controlo variável de luz +5.200 euros; visão nocturna +2.300 euros; Head Up Display +1.600 euros; ecrã para passageiro +1.400 euros; sistema de som surround Burmester +4.700 euros; entre muitas outras coisas onde se podem facilmente gastar mais uns quantos milhares de euros).

Publicado originalmente no AadM

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