Dieselgate volta para assombrar a Stellantis
Um tribunal holandês acusa as marcas da Stellantis de usarem software para manipular as emissões poluentes desde 2009 – significando que o escândalo “dieselgate” ainda não terminou.
Um tribunal holandês acusa as marcas da Stellantis de usarem software para manipular as emissões poluentes desde 2009 – significando que o escândalo “dieselgate” ainda não terminou.
O escândalo Dieselgate continua a fazer baixas, agora com quatro antigos executivos da VW condenados a pena de prisão.
Sem qualquer surpresa, a VW não concretizou a promessa de trazer um Seat eléctrico para o mercado por 20 mil euros.
Um conselheiro do Tribunal de Justiça da UE considerou que o controlo da válvula de recirculação de gases nos motores VW também faz batota para reduzir as emissões durante os testes.
Ainda a arrastar-se nos tribunais, o caso Dieselgate da VW chega finalmente a um ponto de viragem com a derrota no Tribunal de Justiça da UE.
A Daimler Mercedes já chegou a acordo quanto ao valor a pagar pela batota nas emissões poluentes – dieselgate – nos EUA, aceitando pagar um total de 2,2 mil milhões de dólares.
A VW bem que desejava apagar o escândalo dieselgate da memória colectiva, mas o assunto está para durar, e com novas dores de cabeça para a marca germânica.
A Volkswagen continua no seu percurso de afastamento das más memórias do dieselgate, e promete apostar exclusivamente nos motores eléctricos na sua divisão desportiva VW Motorsport.
A Alemanha está a avançar com acusações criminais contra o actual CEO da Volkswagen Herbert Diess e o presidente Hans Dieter Poetsch, a par do anterior CEO Martin Winterkorn, no caso dieselgate.
Depois de ter sido apanhada a fazer a batota que deu origem ao escândalo “dieselegate” das emissões, descobre-se que a correcção efectuada pela VW contém uma nova batota que continua a permitir emissões acima do normal dependendo da temperatura exterior.