
Para avaliar o funcionamento do seu sistema de condução autónoma, a Waymo comparou o seu desempenho com o de um super-condutor “humano” virtual.
Os novos sistemas de condução completamente autónoma precisam de novos sistemas de teste e referência, e no caso da Waymo um desses testes passou por comparar o carro com o desempenho de um “super-condutor”. Este super-condutor não era uma pessoa real, mas sim um sistema virtual daquilo que um condutor humano seria capaz de fazer sob as melhores circunstâncias possíveis, assumindo-se que conseguiria estar permanentemente atento a tudo o que se passa na estrada sem nunca se distrair.

Ainda assim, enquanto este super-condutor conseguiu evitar 62,5% dos acidentes, o sistema de condução da Waymo conseguiu melhores resultados, evitando 75% das colisões. E a nível de redução de ferimentos graves, enquanto o super-condutor conseguiu fazê-lo em 84% dos casos, o sistema da Waymo superou-o com 93%.
