A Pagani prepara-se para finalizar a produção do já mítico Zonda, um modelo que tem feito história entre os supercarros mais exclusivos e de (muito) reduzida produção com uma edição especial denominada Revolution, que conta com o motor V12 6.0 litros (de origem AMG), com 800 cavalos de potência e 730 Nm de binário.
Este superdesportivo da marca italiana fundada por Horacio Pagani, conta com estrutura monobloco que mistura fibra de carbono e titânio e tem caixa de velocidades em magnésio, materiais que contribuem para que este Zonda Revolution apresente um peso de apenas 1.070 kg.
A caixa de velocidades sequencial de seis relações, feita em magnésio, é capaz de passagens em apenas 20 milésimos de segundo.
Destinado a uma utilização em pista, o Revolution está equipado com controlo de tracção desenvolvido pela Bosch, que apresenta doze configurações possíveis e distingue-se ainda pela aerodinâmica «aprimorada», com uma série de novos deflectores na dianteira e um estabilizador vertical traseiro.
A asa traseira está equipada com um sistema de redução do coeficiente de arrasto inspirado na Fórmula 1 (DRS), com dois modos de funcionamento, podendo ser operado manualmente pelo condutor através de um botão no volante.
Não foram reveladas as performances, mas para se ter uma ideia das suas capacidades, a Pagani anuncia para o Zonda R uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em menos de três segundos e uma velocidade máxima superior a 350 km/h.
O Revolution será o último dos Zonda e tem um preço de € 2,2 milhões antes de impostos e serão produzidas apenas 5 unidades, mas se estiverem interessados em comprar um apressem-se, pois 4 dessas unidades foram vendidas logo na sua apresentação.






