
A indústria automóvel tem estado a seguir os piores exemplos possíveis dos sistemas de compras in-app e de subscrição, com a Toyota a seguir o exemplo para as suas chaves.
Os clientes Toyota que apreciarem a funcionalidade de arranque remoto do seu carro a partir da chave, irão descobrir que essa funcionalidade que poderiam pensar estar “incluída” está afinal ligada a um serviço com período de oferta incluída, mas que inevitavelmente os deixará dependentes de pagarem uma subscrição.
É algo que até seria compreensível para uma funcionalidade remota via smartphone, que obrigasse o carro a estar ligado à internet, mas não para algo que deveria funcionar apenas via chave, dentro do seu raio de acção.
Infelizmente, este não é caso único. No passado já tivemos a BMW a querer cobrar subscrição pela funcionalidade CarPlay (plano que abandonou depois da reacção pública), e mais recentemente tivemos o caso da Mercedes que quer cobrar subscrição anual para virar as rodas. E, lamentavelmente, parece-me que é uma tendência que se tornará cada vez mais comum no futuro, em mais marcas e para mais funcionalidades.
