Stellantis lidera o mercado português em maio e no acumulado de 2026, com o top-3 dos mais vendidos

O Grupo Stellantis voltou a liderar o mercado automóvel nacional em maio de 2026, confirmando também a liderança acumulada nos primeiros cinco meses do ano, em todas as frentes: veículos de passageiros, comerciais ligeiros e mercado total.

Com a liderança no segmento elétrico como pano de fundo, o Peugeot 2008, o Peugeot 208 e o Citroën C3 mantêm-se como os três modelos preferidos dos portugueses.

De acordo com os dados da ACAP, a Stellantis comercializou 6.253 veículos em maio (VP+VCL), o que equivale a uma quota de 22,1%. No segmento de passageiros registou 4.963 matrículas (quota de 19,8%) e nos comerciais ligeiros somou 1.290 furgões vendidos, alcançando uma expressiva fatia de 39,9% do mercado. Uma parte relevante deste resultado nos comerciais assenta na produção da Fábrica de Mangualde, que fabrica veículos das marcas Citroën, FIAT Professional, Peugeot e Opel.

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, o Grupo totaliza 31.316 unidades vendidas, o que representa 25,2% do mercado nacional de veículos novos. No segmento VP acumula 26.130 matrículas (23,6% de quota) e nos comerciais ligeiros soma 5.186 furgões (quota de 38,9%). No ranking de modelos, o Peugeot 2008 é o automóvel e SUV mais vendido do país, com 3.897 unidades, seguido do Peugeot 208 com 3.067 e do Citroën C3 com 2.944. Estes três modelos representam, em conjunto, 9,8% do mercado de passageiros. No setor comercial, o Peugeot Partner, fabricado em Mangualde, lidera com 1.922 matrículas.

No mercado de elétricos, a Stellantis também vai à frente. Em maio, o Grupo vendeu 1.560 veículos BEV, com uma quota de 20,3% no mercado total, 16,8% nos passageiros e 56,9% nos comerciais ligeiros. A Citroën destacou-se como a segunda marca mais vendida em Portugal no segmento elétrico (593 unidades) e como líder na oferta profissional BEV, com 175 furgões matriculados. No acumulado de 2026, a Stellantis conta já com 6.164 veículos 100% elétricos vendidos, para uma quota global de 21,0%.

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